Jovem Guarda, renascimentos, romantismos e democracia (Portuguese Edition)

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Musikgeschichte

Os textos aqui escritos foram enviados a dois veículos de comunicação: a certa revista dedicada à difusão do pensamento de Kant, em outubro de 2016 (e desde então nunca mais obtive acesso à área restrita dessa revista, para verificar essa submissão. Bom, eram tempos da Proposta de Emenda Constitucional que limitava os gastos com a Educação, tempos de Governo Temer, etc, contrariando uma enorme parte da comunidade acadêmica brasileira, etc…);e, os textos de jornal, por sua vez, foram enviados a um jornal diário muito conhecido em meu Estado do Brasil, o Estado do Espírito Santo, que publicou os quatro textos de jornal aqui exibidos quase em sequência, mas, depois, também, ao que parece, preferiu não entrar, talvez, numa dicotomia Jovem Guarda versus música engajada dos anos 1960-1970,no Brasil. Com estas reflexões sobre a Jovem Guarda, busquei ressaltar a importância do viés da indústria cultural ocupado por esse movimento, ou estilo, no que tange à ideia de concórdia e contrato social, num sentido não-marxista, é claro, contrariando aqueles pensadores que só vêem a arte como coisa “engajada”, pregando a luta de classes,etc. Eu diria que, nestes tempos de corrupção na política, e, notoriamente a de esquerda, esta arte está mais para “enganchada”, que era a pronúncia que eu ouvia em igrejas de comunidades simples, na periferia aqui da Grande Vitória, capital do Espírito Santo. Aquelas humildes pessoas não sabiam como o Brasil estava “enganchado”. Boa leitura!


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