Big Brain: Unindo Big Data e a Internet das Coisas para criar robôs cada vez mais inteligentes (Portuguese Edition)

Naturwissenschaft

Como transformar o Data, e o Big Data, ainda mais com o grande volume de dados adicionado pela Internet das Coisas – ou IoT (Internet of Things) – no Big Brain?
Essa é a pergunta que iremos buscar responder nesse livro, com diversas arquiteturas, começando inicialmente pela separação de Data e Big Data, com um modelo similar ao que considero ser feito em nosso cérebro. Afinal, se queremos buscar o Big Brain, e temos um modelo operacional do nosso cérebro cada vez mais aberto e conhecido, graças às pesquisas das mais variadas áreas, destacadamente as de neurociência, é lógico que buscar modelos similares irá acelerar anos de evolução para nossos algoritmos, principalmente se esse Big Brain for operacionalizado como parte de um sistema mais complexo, que é o de um robô.
Na arquitetura que proponho, como base para formação do Big Brain, busco separar os dados e processamento em duas camadas, como acontece de forma similar em nosso cérebro, com o processamento consciente e inconsciente. No caso, o processamento de Big Data estaria focado exclusivamente na produção de inteligência a partir dos dados, entregues diretamente para o processamento de Data. Na prática, não há nenhuma regra ou compromisso que a inteligência produzida pelo processamento de Big Data se transforme em informações relevantes para os sistemas que irão, de alguma forma, consumir essa inteligência. O relevante mesmo é que ela seja permanentemente produzida, sem nenhuma perda de dados de entrada para isso.
Outro ponto relevante da arquitetura é a análise de toda e qualquer entrada de transações, seja já diretamente no formato de dados estruturados, seja em formatos variados, como previsto pelo V de variedade do conceito de Big Data. Esse processamento de Big Data, desde o tratamento de dados primários até a produção e análise de informações, com formação de regras de inteligência, deve ser um processo contínuo, sem interrupções, qualificando cada vez mais o processamento de Data, que seria a área mais nobre da arquitetura, com limitações bem maiores de recursos.
Além disso, a ideia é permitir que a interface com os tradicionais sistemas e dispositivos de mercado possa ser feita para qualquer coisa, como por exemplo um automóvel. Ou seja, a mesma arquitetura válida para a interface com um computador ou servidor, ou ainda um smartphone ou tablet, deve ser válida para a interface com qualquer outro objeto, desde que obviamente esse possua alguma comunicação com o processamento de Data.
A possibilidade de adotar a mesma arquitetura para qualquer Sistema ou Coisa, ou Tudo, com exatamente a mesma interface e protocolos, abre as portas para a máxima aquisição de dados, informações e inteligência do ambiente externo para o processamento de Data ou Big Data, e, como veremos mais adiante, como substrato para formação do Big Brain.


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